close
Saúde

Panleucopenia felina: causas, sintomas, prevenção e tratamento

Atualizado · 03 de novembro de 2021 · 18h51

Publicado · 03/11/2021 · 18h50

A panleucopenia felina é uma doença grave e altamente contagiosa que afeta a imunidade do pet
A panleucopenia felina é uma doença grave e altamente contagiosa que afeta a imunidade do pet

panleucopenia felina é uma das doenças de gato mais perigosas que existem. Também conhecida como parvovirose em gatos, a doença é altamente contagiosa e pode levar o pet à morte caso não seja diagnosticada cedo. O parvovírus felino, que transmite a panleucopenia para o gato, é muito resistente e tem rápida evolução no corpo do animal. Ao ser contaminado, o sistema imunológico e diversos órgãos do felino são afetados, deixando-o extremamente debilitado. Para conhecer melhor a panleucopenia felina, sintomas, como tratar e como prevenir, confira a matéria que o Patas da Casa preparou a seguir.

A panleucopenia felina é causada por um vírus altamente resistente e contagioso

A panleucopenia felina é uma doença viral altamente contagiosa que afeta os bichanos. Ela é causada pelo parvovírus felino (FPV) - por isso, também é chamada de parvovirose felina. Assim, podemos dizer que parvovirose dá em gato, assim como em cachorro. Porém, são doenças diferentes. O parvovírus felino faz parte da família Parvoviridae, a mesma do vírus causador da parvovirose canina, mas são agentes diferentes. Portanto, quando a parvovirose pega em gato é diferente do cachorro, já que não se trata da mesma doença, apenas possuem transmissores que fazem parte da mesma família.

Além disso, é comum que as pessoas chamem a panleucopenia felina de “cinomose em gatos”. A cinomose é uma doença que atinge cachorros e possui sintomas bem parecidos com os da panleucopenia, mas se tratam de doenças distintas. A panleucopenia é considerada uma doença de contágio rápido e fácil. Isso porque o parvovírus felino é extremamente resistente e pode permanecer em um local por bastante tempo. A parvovirose felina normalmente tem ação endêmica, ou seja, se manifesta principalmente em colônias.

A panleucopenia em gatos é causada pelo contato direto com o vírus no ambiente

A forma de contágio da panleucopenia felina acontece, normalmente, pelo contato de um gato saudável com as fezes, urina ou saliva de um animal contaminado. Esse contágio pode acontecer quando o bichano utiliza objetos compartilhados, como a caixa de areia, potinhos de comida e água e brinquedos . Por isso, é tão comum se espalhar rapidamente em locais frequentados por muitos gatos, como gatis, exposições de animais e parques. Como explicamos, o parvovírus felino é extremamente resistente. Então, se no local houver um gato com panleucopenia, o vírus vai ser exposto e, mesmo fora do corpo do animal, vai continuar vivo por muito tempo no ambiente, contaminando qualquer gatinho que entre em contato com ele.

A parvovirose em gatos filhotes não vacinados é mais grave do que em adultos

A panleucopenia é extremamente contagiosa e pode atingir gatinhos não vacinados de qualquer idade, do gato filhote aos mais velhos. Porém, a intensidade com que a doença se manifesta pode variar. Geralmente, a panleucopenia felina acomete os filhotes de gato não vacinados de até 12 meses de idade. Nesses casos, a parvovirose em gatos normalmente se apresenta em sua forma mais grave, com sintomas mais intensos e maior risco de óbito. Já quando a panleucopenia felina atinge gato adulto ou gato idoso, geralmente acontece de maneira mais branda, mas, mesmo assim, é necessário realizar um tratamento urgente.

Parvovirose: gatos ficam com o sistema imunológico extremamente debilitado

Após o contágio, o parvovírus felino passa, primeiramente, pelas mucosas e tecidos linfáticos. Então, vai se espalhando pela corrente sanguínea. O parvovírus felino possui uma característica chamada tropismo. Isso significa que eles são atraídos, principalmente, por células que conseguem se multiplicar rapidamente. Por isso, o causador da panleucopenia costuma se alojar em células do tecido linfático (linfócitos) e do intestino, pois se replicam rapidamente, facilitando que o próprio vírus se multiplique também com maior rapidez. Assim, todas as partes do corpo que são atacadas vão sofrendo as consequências da doença. Como o parvovírus felino ataca células de defesa do organismo, o animal vai ficando com seu sistema imunológico cada vez mais fragilizado. Já que o filhote de gato ainda não possui a imunidade bem desenvolvida, a panleucopenia felina é ainda mais grave para ele.

Quais raças de cachorro mais combinam com você?

É só preencher e começar!

Question Quiz Stamp

Depois do expediente de trabalho na sexta, o que você gosta de fazer?

Question Header Background
Question Quiz Stamp

Como seria o seu domingo perfeito?

Question Header Background
Question Quiz Stamp

Como você fica em um dia de chuva?

Question Header Background
Question Quiz Stamp

Como seria a viagem ideal nas férias?

Question Header Background
Question Quiz Stamp

Como você costuma encontrar os amigos?

Question Header Background
Question Quiz Stamp

Qual o seu tipo de exercício favorito?

Question Header Background
Question Quiz Stamp

Como é a sua rotina matinal?

Question Header Background
Question Quiz Stamp

Como é a sua agenda no fim de semana?

Question Header Background

Schnauzer e Shih Tzu são raças mais independentes Golden Retriever e Yorkshire gostam de companhia Border Collie e Jack Russell Terrier são aventureiros
    Panleucopenia felina: sintomas mais comuns são febre alta, diarreia, vômito e desidratação
    Panleucopenia felina: sintomas mais comuns são febre alta, diarreia, vômito e desidratação

    Mais Lidas

    Feridas em cachorro: veja as mais comuns que atingem a pele do animal e o que pode ser
    Saúde animal

    Feridas em cachorro: veja as mais comuns que atingem a pele do animal e o que pode ser

    As feridas em cachorro podem ter muitas causas e é preciso avaliar a gravidade da situação. Se o seu cão surgiu algum arranhão ou machucados de leve depois de brincar muito com outros animais, o melhor é observar, mas se as feridas na pele do cachorro apareceram do nada você precisa ficar atento e buscar ajuda veterinária. Pode ser um caso de dermatite, alergia de contato ou até picada de algum parasita. O Patas da Casa preparou um guia com as feridas de cachorro mais comuns. Vamos conferir?

    Cinomose: tem cura, o que é, quais os sintomas, quanto tempo dura... Tudo sobre a doença de cachorro!
    Saúde animal

    Cinomose: tem cura, o que é, quais os sintomas, quanto tempo dura... Tudo sobre a doença de cachorro!

    A cinomose canina é uma das doenças de cachorro mais perigosas e sérias, principalmente porque pode afetar cães de todas as idades e raças e é altamente contagiosa. O que causa cinomose é um vírus da família Paramyxovirus, e quando o animal não é tratado da forma correta, a doença pode até ser fatal (não apenas para o que foi infectado primeiramente, mas para todos os que estiverem em contato com ele). 

    Gato no cio: de quanto em quanto tempo acontece e quanto tempo dura?
    Saúde animal

    Gato no cio: de quanto em quanto tempo acontece e quanto tempo dura?

    Gatos são animais conhecidos pelas suas frequentes fugas quando estão no cio, mas você sabe por quê? Sabe a partir de qual idade a fêmea pode ter o primeiro cio? Esse período pode ser bastante estressante para o felino - e também para o dono -, pois o comportamento do animal muda bruscamente. Está preparado e já está ciente de quanto tempo dura o cio do gato? Nessa matéria vamos tirar essas e outras dúvidas sobre o assunto. Vem com a gente!

    Encontrou sangue nas fezes do cachorro? Veja os problemas que o sintoma pode indicar
    Saúde animal

    Encontrou sangue nas fezes do cachorro? Veja os problemas que o sintoma pode indicar

    Encontrar sangue nas fezes do cachorro é um sinal de que algo está fora do normal. O cocô com sangue em cachorro é uma questão que deve ser sempre levada a sério. Há diversas razões para isso acontecer, desde um episódio momentâneo - mais simples de resolver - até doenças mais graves - como a gastroenterite hemorrágica ou câncer em cães. 

    Panleucopenia felina: sintomas aparecem de repente e com bastante intensidade

    O tempo de incubação do parvovírus felino - ou seja, o período entre o contágio e o início dos sintomas - não é muito longo. Assim, na panleucopenia felina, sintomas começam a se apresentar cerca de uma semana após o contato com o vírus. Depois desse período, os sinais começam a aparecer de uma vez, debilitando o animal com rapidez e muita intensidade. Os sintomas da panleucopenia felina são variados, pois o organismo inteiro fica debilitado. Os mais característicos são gato com diarreia e vômito, que podem ser muito intensos, levando a quadros de desidratação. Em um gato com panleucopenia felina, sintomas mais comuns são:

    • Diarreia (com ou sem sangue)
    • Vômito
    • Desidratação
    • Anorexia
    • Icterícia (relacionado a disfunções no fígado)
    • Febre alta
    • Falta de apetite
    • Sensibilidade na região abdominal
    • Mucosas pálidas
    • Apatia
    • Depressão

    A parvovirose felina em grávidas pode causar sequelas graves aos filhotes

    A panleucopenia felina pode trazer um perigo ainda maior para gatinhas grávidas. Quando uma gata prenha contrai a doença, há o risco de passar para os filhotinhos que estão dentro da barriga. O parvovírus felino atinge principalmente o cérebro dos fetos, causando hipoplasia cerebelar congênita. Essa condição faz com que o bebê, quando nasce, tenha problemas sérios de locomoção e tremores. Além disso, uma grávida com panleucopenia tem grandes riscos de ter filhotes natimortos. 

    O diagnóstico da panleucopenia é feito com análise de exames e histórico do pet

    Para diagnosticar a panleucopenia em gatos, o veterinário realizará alguns exames. Um leucograma é feito para analisar o número de leucócitos. Quando o animal está com parvovirose felina, as taxas são bem baixas, já que o vírus ataca justamente essas células. Um exame de sangue também é realizado para a contagem de glóbulos vermelhos. Além disso, o veterinário faz uma palpação na região abdominal, para avaliar a sensibilidade do local. Para o diagnóstico da panleucopenia, o histórico do animal também precisa ser avaliado pelo médico. Portanto, na consulta, conte a ele todos os locais que seu pet visitou, se teve contato com outros animais e se soube de algum gatinho na região que esteja com a doença. Caso o diagnóstico seja confirmado, avise aos tutores de pets que tenham entrado em contato com seu animal, pois seus bichanos também podem estar contaminados. 

    A panleucopenia tem cura, mas é preciso iniciar o tratamento o quanto antes
    A panleucopenia tem cura, mas é preciso iniciar o tratamento o quanto antes

    O tratamento da panleucopenia é feito com técnicas de suporte

    A panleucopenia em gatos tem cura. Para que tenha bons resultados, é importante que o diagnóstico seja feito logo, para iniciar o tratamento o mais rápido possível. A panleucopenia avança rapidamente e, caso não receba logo o tratamento ideal, pode ser muito difícil de curar. O tratamento da panleucopenia felina é feito com uso de antibiótico, prescritos pelo veterinário com a quantidade ideal de acordo com cada caso. É importante lembrar que a automedicação nunca deve ser realizada, pois apenas o médico sabe o que vai curar seu pet de verdade. Além disso, tratamentos de suporte são realizados, como a fluidoterapia em gatos. Ela ajuda a repor os níveis de água e os eletrólitos perdidos na desidratação. Outros tratamentos mais específicos podem ser aplicados no combate a cada sintoma que apareça.

    Para combater o parvovírus felino do ambiente, é essencial desinfectar o local contaminado

    Se seu pet teve panleucopenia felina, além do tratamento é importante realizar uma limpeza pesada no ambiente. O parvovírus felino consegue permanecer vivo fora do organismo animal por bastante tempo. Então, mesmo que o gato não possa contrair a panleucopenia duas vezes, outros animais podem ser contaminados ao mínimo contato com o vírus no ambiente. Por isso, a desinfecção do local é essencial após o diagnóstico da doença para eliminar qualquer vírus presente. Não basta usar apenas um desinfetante comum, pois ele não é suficiente. Utilize uma solução de hipoclorito de sódio e hidróxido de sódio. Passe em todo o ambiente, mas retire os animais do local antes da aplicação, para evitar deixar o gato intoxicado.

    A vacina contra panleucopenia felina é a principal forma de prevenção da doença

    A parvovirose felina pode ser prevenida de uma maneira bem simples: vacinas para gatos. A vacina contra a panleucopenia felina faz parte da chamada vacina quádrupla. Ela pode ser administrada a partir dos dois meses de idade. Após três ou quatro semanas da primeira dose, é aplicada a segunda. Depois da segunda aplicação, ainda é preciso esperar por cerca de duas semanas, o tempo necessário para fazer efeito. Então, seu filhote estará protegido da parvovirose. Gatos precisam tomar um reforço anual para garantir a proteção o tempo inteiro. Como a panleucopenia felina é altamente contagiosa, é fundamental aplicar a vacina nos bichanos sem atrasar. Seguir a tabela de vacinas para gatos à risca é a melhor maneira de proteger o seu felino das mais perigosas doenças. 

    Redação: Maria Luísa Pimenta

    Displasia de quadril em cães: o que é, causas, sintomas e tratamentos

    Próxima matéria

    Displasia de quadril em cães: o que é, causas, sintomas e tratamentos

    Parvovirose canina: descubra o que é, sintomas, prevenção e como funciona o tratamento da doença viral
    Saúde

    Parvovirose canina: descubra o que é, sintomas, prevenção e como funciona o tratamento da doença viral

    Uma das doenças virais de cachorro mais sérias e comuns que existem, o vírus da parvovirose atinge, principalmente, animais que não foram imunizados contra este e outros vírus. Entre os principais sintomas da parvovirose, o vômito, a diarreia com sangue, e a desidratação podem ser destacados, ou seja: mesmo que o diagnóstico chegue bem cedo, o tratamento deve começar o quanto antes, já que a parvovirose pode ser fatal. Para esclarecer todas dúvidas sobre a parvovirose canina, nós conversamos com a veterinária Jackeline Ribeiro. Dá uma olhada no que ela contou!

    Raiva: saiba tudo sobre os sintomas, tratamento e prevenção da doença
    Saúde

    Raiva: saiba tudo sobre os sintomas, tratamento e prevenção da doença

    A raiva canina é uma das doenças virais mais perigosas que o seu amigo pode pegar se não for devidamente protegido de seu agente causador. Apesar de ser uma zoonose, o que mais preocupa nesse caso é que ela não tem tratamento e é sempre fatal em animais. Em humanos, apesar de o tratamento ser novo, já existem casos de cura completa no Brasil. Para esclarecer dúvidas sobre a raiva em cachorros, seus sintomas, formas de transmissão e prevenção, nós conversamos com o veterinário Thiago Félix, de Brasília. Sobre a ação da raiva em humanos, os dados são da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.

    Giárdia em cães: transmissão, sintomas, tratamento e prevenção... saiba tudo sobre a doença!
    Diarreia

    Giárdia em cães: transmissão, sintomas, tratamento e prevenção... saiba tudo sobre a doença!

    A giárdia em cães ou giardíase, como é conhecida a doença, é uma zoonose — ou seja: também pode ser transmitida para humanos — causada por um protozoário que age na corrente sanguínea do cachorro contaminado. A partir do contágio, a giárdia causa uma série de alterações gástricas no animal. Mesmo que tenha cura, a giárdia canina pode matar se não for devidamente tratada. Para esclarecer diferentes dúvidas, como contágio, tratamento e as diferentes formas de prevenção da doença, conversamos com o veterinário Thiago Félix, de Brasília. Dá uma olhada!

    Leishmaniose canina: o que é, sintomas, tratamento, vacina e formas de prevenção da doença
    Saúde

    Leishmaniose canina: o que é, sintomas, tratamento, vacina e formas de prevenção da doença

    A leishmaniose canina é uma doença causada por um protozoário chamado Leishmania. Mesmo que seja comum em animais, a leishmaniose também pode ser transmitida para humanos e, nos dois casos, pode debilitar o organismo o suficiente para ser fatal. Para falar mais sobre a doença no cachorro e esclarecer dúvidas sobre o contágio, remédios, prevenção e tratamento para leishmaniose canina, nós conversamos com Ana Regina Torro, médica veterinária homeopata. Dá uma olhada!

    Ver Todas >

    Novo coronavírus: cães e gatos podem contrair e transmitir a Covid-19? Esclarecemos as principais dúvidas!
    Saúde animal

    Novo coronavírus: cães e gatos podem contrair e transmitir a Covid-19? Esclarecemos as principais dúvidas!

    Cães e gatos podem contrair a Covid-19? Será que gato pega covid de humano? O coronavírus humano tem algum impacto na saúde do gato ou cachorro? Fomos atrás de respostas para todas essas dúvidas!

    Coleira antipulgas também protege o cachorro da leishmaniose? Veja o comparativo!
    Saúde animal

    Coleira antipulgas também protege o cachorro da leishmaniose? Veja o comparativo!

    A coleira antipulgas é um acessório que faz toda a diferença na vida de quem tem um ou mais cães. Mas você sabia que existem produtos que, além de combater as pulgas, também ajudam a afastar outros problemas indesejados, como carrapatos e mosquitos? É aí que entra a coleira contra leishmaniose! Para quem não sabe, a leishmaniose canina é uma doença transmitida pelo mosquito-palha considerada muito perigosa e que pode debilitar bastante a saúde do animal.

    Gato pega cinomose? Descubra a resposta!
    Saúde animal

    Gato pega cinomose? Descubra a resposta!

    Você já ouviu falar de cinomose em gatos? Muito se sabe sobre a cinomose em cães, doença altamente contagiosa e que traz diversas complicações à saúde do cachorro. Essa condição é temida por muitos tutores de cães, mas também tutores de gatinhos. Existe uma doença conhecida por “cinomose em gatos”, que parece ser exatamente igual à que atinge os cães. Porém, existem muitas dúvidas se esse termo é realmente o mais adequado para se referir a essa condição. Afinal, a cinomose pega em gato ou a doença acontece unicamente com cães? O Patas da Casa te explica tudo sobre a “cinomose em gatos”!

    Verme do coração: veterinário tira todas as dúvidas sobre a dirofilariose canina
    Saúde animal

    Verme do coração: veterinário tira todas as dúvidas sobre a dirofilariose canina

    Você já ouviu falar em doença do verme do coração? Se você é tutor de cachorro, é bom se preocupar com ela. A dirofilariose é uma doença muito perigosa, que pode afetar órgãos vitais dos cãezinhos e levá-los à morte. Diferente de outras doenças causadas por verminoses, o verme do coração é transmitido pela picada de mosquitos e, por isso, acaba sendo mais incidente no verão. Mas como identificar o verme no coração do cachorro? Dirofilariose tem cura? Como é feito o tratamento? E o mais importante: como manter o pet longe da doença? Descubra tudo sobre verme do coração em cães a seguir.

    Ver Todas >