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Comportamento

Gato estressado: quais são as causas e os prejuízos na saúde do pet?

Atualizado · 22 de abril de 2022 · 15h55

Publicado · 22/04/2022 · 15h55

O gato estressado apresenta alterações no seu comportamento e tem mais chances de ficar doente
O gato estressado apresenta alterações no seu comportamento e tem mais chances de ficar doente

Até mesmo o mais calmo e carinhoso dos bichanos pode se tornar um gato estressado, dependendo do que acontece no dia a dia dele. Os felinos são conhecidos por terem um temperamento sensível, então até mesmo pequenas mudanças são capazes de afetar o humor do pet. Além disso, determinadas circunstâncias - como visitas ao veterinário - também podem deixar o gato estressado. O que fazer nessas horas? Como identificar o estresse em gatos? Sintomas são mais evidentes ou discretos?

Várias dúvidas surgem quando o assunto é tentar entender o comportamento desses animais. No caso de um gato estressado, é fundamental investigar as causas do estresse e compreender como isso, a longo prazo, pode afetar a saúde do seu animal de estimação. Para não restarem dúvidas, é só acompanhar a matéria abaixo com tudo que você precisa saber sobre o assunto.

Quais são as causas do estresse em gatos?

Muitas situações podem deixar um gato estressado e refletir no comportamento do pet. Como todos sabem, os felinos são animais extremamente apegados com a rotina e não aceitam mudanças com tanta facilidade. Por isso, no topo da lista pode-se dizer que essa é uma das principais causas do estresse em gatos: mudanças. E não precisa ser necessariamente mudar de casa com o gato, mas absolutamente qualquer mínima alteração no lar do pet - e isso inclui pequenas reformas ou mudar os móveis de lugar.

A chegada de novos membros é outro tipo de “mudança” que nem sempre é bem recebida por esses animais. Por isso, antes de adquirir um novo bichinho de estimação - seja um gato ou um cachorro -, é necessário avaliar como vai ser o processo de introdução e adaptação entre eles. É totalmente possível aprender como acostumar um gato com outro e fazer com que cachorro e gato convivam harmoniosamente, mas tudo deve ser feito aos poucos e, de preferência, com estímulos positivos.

Trocar a ração de gato repentinamente também entra nessa lista! Não se pode fazer isso de uma hora para outra sem qualquer aviso “prévio”. Às vezes o pet até gosta do sabor do novo alimento, mas há grandes chances de ele ficar estressado com a troca e se recusar a comer.

Além disso, situações mais específicas, como consultas veterinárias e receber visitas em casa, também podem ser o motivo por trás do estresse em gatos. No primeiro caso, isso pode ser explicado porque a maioria dos animais da espécie têm hábitos mais caseiros e simplesmente não estão acostumados a sair de casa, então eles logo associam qualquer “saída” a algo estressante e fora do comum. Já no caso das visitas, é uma questão de sociabilidade que pode ser melhorada com treinamento, mas ao mesmo tempo também é importante respeitar o espaço e limitações de cada bichinho.

Outro cenário que vem crescendo é a quantidade de animais sofrendo com ansiedade de separação, especialmente agora que muitos tutores que trabalhavam de home office estão retornando ao trabalho presencial. Nesse sentido, os gatinhos sofrem com a ausência dos donos - sim, gato sente saudade! - e isso pode refletir em estresse e comportamentos destrutivos, além de tristeza constante.

Gato estressado: sintomas comportamentais são evidentes

Os gatos normalmente são ótimos em disfarçar o que sentem. No entanto, quando ficam estressados, não é muito difícil identificar, principalmente porque as alterações no comportamento do animal não passam despercebidas. Então como saber se o gato está nervoso? Fique atento se o seu amiguinho começar a apresentar os seguintes sinais:

Vale destacar que em gatos traumatizados, os sintomas são bem semelhantes ao de estresse. Por isso, se você adotou um gatinho recentemente e ele tem um comportamento parecido com o de um gato estressado, pode ser interessante procurar a ajuda de um veterinário especializado em comportamento animal. Muitos bichinhos que são resgatados por abrigos e ongs foram vítimas de maus-tratos ou abandono e têm um passado traumático. A vida nas ruas não é fácil, e é importante entender o lado do bichano ao invés de brigar com ele porque ele não usa a caixinha de areia corretamente e se isola.

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    Gato estressado tem mais chances de ficar doente?

    Essa é uma dúvida comum, e a resposta é sim: o gato estressado pode ficar doente com mais facilidade. Além de influenciar diretamente no seu comportamento, os hormônios do estresse impactam negativamente a saúde do gato, podendo elevar a pressão arterial e diminuir a imunidade do organismo - o que, consequentemente, vai abrir portas para várias doenças.

    Com a baixa imunidade, o gato estressado fica muito mais suscetível a desenvolver infecções, inflamações e até “ativar” quadros que antes eram assintomáticos. Ou seja, às vezes o animal é positivo para FIV e FeLV, mas não manifesta nenhum sintoma inicialmente. Com a queda da imunidade, porém, a fragilidade do organismo faz com que os primeiros sinais apareçam e o gato se torne sintomático.

    Outra preocupação é o desenvolvimento de doenças específicas causadas pelo estresse. A tricotilomania ou alopecia psicogênica felina é um exemplo disso. Trata-se de um problema de pele em gatos decorrente da lambedura compulsiva que acontece quando o pet está estressado. Como consequência, o bichano começa a arrancar os próprios pelos e acaba provocando feridas na pele. Além deste quadro, também há o risco de Síndrome de Pandora (cistite idiopática felina).

    Alimentação pode influenciar na saúde mental dos gatos

    Aquela ideia de que a saúde começa pela boca tem um enorme fundo de verdade, e com os gatos isso não é muito diferente. É por meio da alimentação que os animais consomem nutrientes considerados essenciais para o seu organismo, e isso impacta também na saúde mental dos gatos. É só perceber que quando fica com fome, são altas as chances de você ter um gato estressado (além de faminto!).

    Déficits nutricionais influenciam na boa saúde física e mental do pet. Portanto, o tutor deve se atentar às informações nutricionais presentes na embalagem do produto para se certificar de que a ração de gato contém tudo que o animal precisa para se manter saudável em todos os aspectos. Além de proteínas, gorduras e carboidratos, outros nutrientes essenciais que devem estar presentes na ração são os aminoácidos essenciais - em especial a taurina, a arginina e a metionina -, os ácidos graxos, vitaminas e minerais.

    Como acalmar um gato estressado?

    O primeiro passo para amenizar o estresse em gatos é identificar a origem do problema e respeitar o espaço do pet. Muitos tutores acabam sendo um pouco invasivos na hora de tentar reverter a situação,  o que acaba deixando o gato ainda mais nervoso e estressado. Por isso, se o seu gatinho está em um momento de tensão e não quer interagir, não force a barra, ou tudo pode piorar. Espere que ele venha até você - uma forma de fazer isso é tentando chamar a atenção do pet com o brinquedo preferido dele, catnip ou até mesmo um pouco de sachê para gatos.

    Também é importante ter calma e paciência, além de oferecer um cantinho para o gato se refugiar se for necessário. Ele deve se sentir confortável e estimulado para voltar a interagir como antes, então o dever do tutor, antes de tudo, é fornecer um ambiente que seja acolhedor e tranquilizante para o pet.

    Buscar o auxílio de um médico veterinário às vezes é necessário, especialmente em casos onde o gatinho ficou doente por causa do estresse. O especialista também pode indicar medicamentos específicos para melhorar o humor do animal, como o uso de feromônios para gatos. Além disso, existem técnicas de relaxamento que também podem ajudar um gato estressado, como:

    Para evitar um gato estressado, estímulos com brinquedos e outros reforços positivos são essenciais
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    O uso de floral para gatos estressados funciona?

    Para quem prefere alternativas naturais, uma forma de como tratar gatos estressados é com os florais. Eles são essências extraídas de flores - e é daí que vem o nome - comumente utilizados para tratar problemas emocionais e comportamentais nos humanos, mas que também podem trazer vários benefícios para os nossos amigos de quatro patas. O floral para gatos não é exatamente um remédio, mas um tipo de calmante natural capaz de auxiliar em situações de estresse.

    Contudo, é importante ter em mente que não é qualquer produto que vai funcionar com o seu animal de estimação, sendo importante ter orientação de um profissional nessas horas. O floral para gatos estressados - ou para animais com qualquer outro problema comportamental - é feito a partir de essências e fórmulas que são criadas de acordo com a necessidade de cada paciente. Ou seja, somente um especialista pode avaliar se aquele floral em específico contém os componentes necessários para tratar o seu amigo.

    8 cuidados para evitar o estresse em gatos

    1) Gatificação da casa. Essa é uma tática que faz toda a diferença no convívio com felinos, já que eles são estimulados de diversas maneiras com a instalação de nichos, prateleiras, redes e arranhadores. É uma forma de entretenimento que, além de distrair e divertir o pet, também ajuda bastante a desestressar o gato no dia a dia.

    2) Dê atenção e interaja com o animal. Todo bichinho de estimação precisa se sentir querido e amado, e mesmo com a fama de “indiferentes”, os gatos também estão incluídos nisso. Por isso, separe um tempinho para se dedicar e estreitar os laços com seu gato.

    3) Ofereça potes de água, comida e caixas de areia superiores ao número de gatos da casa. Essa é uma dica importante para quem tem mais de um gato em casa: cada animal deve ter seus próprios acessórios. Eles não conseguem “dividir” a mesma caixinha nem o mesmo pote de comida, então é bom ter um para cada em casa e ainda um “extra” para evitar conflitos e estresse desnecessários.

    4) Garanta um espaço onde o gato possa se refugiar. Às vezes os felinos gostam de ficar sozinhos e o tutor deve providenciar um espaço onde eles possam se esconder e se sentir seguros. Pode ser uma toca para gatos, uma casinha ou até mesmo uma caixa de papelão “renovada” que sirva como refúgio.

    5) Busque a socialização do gato desde cedo. A melhor maneira de garantir que o seu gatinho não vai estranhar visitas e outros pets é sabendo como socializar gatos quando ele ainda for filhote. Assim ele cresce acostumado a diferentes situações e não vai ficar estressado quando chegarem pessoas desconhecidas na sua casa.

    6) Mantenha a limpeza frequente da caixa de areia para gatos. Os felinos são super limpinhos e prezam muito pela higiene. Se encontrarem a caixinha suja, eles com certeza vão ficar super estressados porque não vão conseguir fazer suas necessidades no local.

    7) Se houver qualquer mudança, faça isso gradualmente. Não espere que o seu pet vai ser super receptivo com isso, mas o ideal é que tudo aconteça aos poucos. No caso da ração, por exemplo, uma dica é ir colocar um pouco da ração nova misturada com a antiga aos poucos até que ele se acostume completamente com o alimento novo. O mesmo vale para outras situações: observe como o animal reage, e depois acrescente novas mudanças.

    8) Reforços positivos. Caso seu gatinho não goste de ir ao veterinário, por exemplo, uma forma de fazer com que ele se sinta menos estressado é acostumando-o aos poucos a se sentir “bem” dentro da caixa de transporte. Para estimulá-lo, reforços positivos com petiscos funcionam muito bem e fazem com que ele associe aquele momento a algo bom.

    Redação: Juliana Melo

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