Cachorro

Qual coleira o cachorro não consegue tirar?

Publicado - 05 Novembro 2025 - 18h30

Atualizado - 11 Novembro 2025 - 10h34

Foto de Adriana Douglas - Redatora

Adriana Douglas / Redatora

Jornalista formada desde 2010 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, sou especialista na cobertura de temas diversos, que vão de saúde a estilo de vida, passando pelo universo pet em muitas ocasiões. Os animais, inclusive, são uma das minhas grandes paixões na vida, sendo que um sonho meu é abrir um santuário de animais junto com meu irmão veterinário, onde eu possa cuidar e dar muito carinho a todo tipo de bicho.

Sou uma gateira assumida: meu primeiro gatinho, Nano, chegou em casa quando eu tinha uns 5 anos de idade. Ele foi um gato cheio de personalidade, todo branco, de olhos amarelos, que viveu quase 18 anos. Depois, vieram outros três: Neno (“sialata” muito amoroso e bonzinho), Nino (dengoso, mas meio nervosinho) e Nina (uma gata tricolor medrosa, que adora dormir dentro dos armários).

Em 2018, uma gatinha de rua resolveu “adotar” a família do meu marido e passou a morar com meus sogros. Chamada Tigrinha (por causa do seu pelo), ela é de longe a gata mais amorosa, mansa e dengosa que existe. Essa gatinha, que nasceu com o rabinho curto, teve duas ninhadas de gatinhos conosco. Dos 9 filhotes, acabei ficando com dois: Milk (um macho preto e branco rajado peludão) e Shake (uma fêmea tricolor com “luvinhas” brancas). São meus “Pururucos”, meus filhos mansinhos e dengosos.

Eu poderia passar horas falando sobre gatos e toda espécie de bicho (também já resgatei uma calopsita na rua, que virou pet do meu irmão). E é por isso mesmo que é uma grande satisfação ser colaboradora do Patas da Casa!

• Filme com animal preferido: “A Dama e o Vagabundo”
• Uma raça de cachorro: Labrador
• Uma raça de gato: Vira-lata
• A curiosidade favorita sobre cachorros: Os filhotes de cachorro normalmente choram porque sentem saudade da mãe e dos seus irmãos.
• A curiosidade favorita sobre gatos: Os gatos afofam as cobertas e os humanos por uma lembrança do que faziam quando filhotes durante a amamentação.
• Sobre o que mais gosta de escrever no universo pet: Raças de gatos e cachorros
• Um aprendizado: Os animais são excelentes companhias e parceiros fiéis para toda a vida!
• Nome de pet favorito: Meleca

A coleira é um dos acessórios mais importantes no dia a dia dos cães. Além de garantir a segurança em ambientes externos, ela também ajuda na identificação do animal em diversas situações. No entanto, nem todos os modelos oferecem a mesma firmeza e muitos pets acabam se livrando facilmente dela – especialmente aqueles que puxam, se assustam com facilidade ou têm o pescoço mais estreito.

Por isso, escolher o tipo de coleira para cachorro que seja mais seguro, confortável e ajustado ao porte e comportamento do animal é essencial para evitar fugas e garantir passeios tranquilos. A seguir, vamos conhecer os modelos que são projetados para dificultar sua retirada, sem machucar ou gerar desconforto no pet. Confira!

Modelos de coleira que o cachorro não consegue tirar com facilidade

É importante saber que não existe uma coleira 100% à prova de fugas, mas alguns modelos se destacam pela segurança e pelo ajuste firme, que tornam muito mais difícil para o cachorro escapar. Entre os mais indicados estão a coleira martingale e o peitoral anti-puxão com engate frontal.

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Coleira martingale

A coleira martingale é bastante utilizada por adestradores e tutores de cães de pescoço fino, como Galgo, Whippet e Border Collie, justamente por oferecer segurança sem apertar demais. Ela possui um sistema de ajuste que se fecha levemente quando o cão puxa, impedindo que a coleira escorregue pela cabeça.

Diferente da coleira enforcador, a martingale é suave e controlada. Seu objetivo não é causar dor, mas garantir que o cachorro não consiga se livrar do acessório com facilidade. É uma excelente opção para cães que têm o costume de tentar escapar ou que ficam agitados durante o passeio.

Peitoral anti-puxão com engate frontal

Outra opção segura é a coleira anti-puxão, que também é conhecida como peitoral com engate frontal (localizado na parte da frente do peito). Esse modelo distribui melhor a força do cão, evitando pressão excessiva no pescoço e oferecendo mais controle para o tutor.

Cachorro deitado no chão com coleira peitoral
As coleiras anti-puxão (ou peitoral com engate frontal) são muito indicadas para cães grandes, fortes e mais agitados

Quando o cachorro tenta puxar, esse tipo de peitoral o direciona automaticamente para o lado, o que ajuda a corrigir o comportamento e impede que ele consiga se soltar. Além disso, ele também é mais difícil de tirar, especialmente se estiver ajustado corretamente ao corpo do animal.

Em geral, o peitoral anti-puxão é a coleira mais indicada para cachorros grandes, fortes ou cães que puxam muito durante o passeio, principalmente Golden Retriever, Labrador e Pastor Alemão. Mas vale ressaltar que ele é uma opção confortável e segura para pets de todos os portes e idades, de filhotes a idosos.

Qual o melhor tipo de coleira para cachorro?

Diante de tantos modelos e opções que existem no mercado, é normal que muitos tutores fiquem em dúvida sobre qual acessório comprar. E a escolha da melhor coleira para cachorro vai depender de vários fatores, como tamanho, comportamento, idade e até mesmo o nível de adestramento do pet.

Cães tranquilos, acostumados a passear, geralmente se adaptam bem a coleiras simples de nylon ou couro. Já cães que puxam, têm medo de barulhos ou cachorros muito ansiosos durante o passeio precisam de modelos mais seguros e que ofereçam controle, como o peitoral anti-puxão ou a martingale.

Para cães de pequeno porte, o peitoral tradicional (com engate nas costas) costuma ser mais indicado, pois evita pressão no pescoço e reduz o risco de lesões na traqueia. Já para cães médios e grandes, especialmente os mais agitados, os modelos de controle, como o anti-puxão, são ideais para garantir segurança e conforto.

Independentemente do modelo, o mais importante é ajustar bem o acessório: ele não deve ficar frouxo demais (para não escapar), nem apertado demais (para não machucar). Além disso, é fundamental acostumar o cachorro à coleira ou peitoral desde cedo, de forma gradual e positiva – permitindo que ele associe o uso a momentos agradáveis, como passeios e brincadeiras.

No fim das contas, coleiras seguras, ajustadas e usadas corretamente fazem toda a diferença para manter o bem-estar do cão e evitar sustos durante os passeios. E escolher o modelo certo é um investimento em tranquilidade e segurança, tanto para o animal quanto para o tutor.

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