Saúde

Fungo em cachorro: entenda o problema e saiba como tratar

Fungo em cachorro: descubra como eles atingem o cachorro, os sintomas e tratamentos
Fungo em cachorro: descubra como eles atingem o cachorro, os sintomas e tratamentos

Com transmissão simples, o fungo em cachorro é uma das principais preocupações dos tutores de pets — principalmente daqueles que costumam conviver com outros animais. Eles podem ser os vetores de uma série de doenças que vão desde as micoses de pele, com ação superficial, até infecções mais sérias, que atingem o organismo do animal internamente. Uma das melhores formas de prevenir esse tipo de coisa com o seu amigo de quatro patas é conhecendo mais sobre como os diferentes tipos de fungo em cães agem. Para tirar suas dúvidas, falamos um pouco sobre eles aqui embaixo: dá uma olhada! 

Fungo em cachorro: como o animal pode ser contaminado

O seu cachorro pode ser infectado por diferentes tipos de fungos em várias situações do dia a dia, que vão bem além de ter contato com um animal previamente contaminado. Alguns fungos entram no organismo dele pelo sistema respiratório, outros podem se desenvolver na natureza e entrar em contato direto com o cachorro e ainda há os fungos que são naturais do corpo do animal e se tornam um problema quando passam a se reproduzir exageradamente. Justamente por isso, a prevenção do fungo em cachorro acontece com cuidados gerais com a saúde do animal e com o ambiente em que ele vive. Olha só o que você pode fazer para evitar o problema:

  • Sempre seque muito bem o cachorro depois do banho, de brincadeiras na água e da chuva (a umidade propicia a proliferação de fungos);

  • Mantenha o ambiente em que ele vive sempre bem limpo e seco;

  • Não deixe o animal ficar muito exposto ao calor;

  • Ofereça alimentação de qualidade para o animal (o organismo forte e nutrido tem mais chances de lutar contra a ação dos fungos);

  • Procure tratar, com rapidez e eficiência, problemas como alergias, disfunções hormonais, hipersensibilidade na pele e outras contaminações por parasitas, já que elas podem facilitar a ação dos fungos;

  • Fique atento aos sinais e sintomas de fungos depois do tratamento com remédios fortes, como corticoides e antibióticos. 

Descubra se você é um cachorro ou um gato!

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    O fungo em cachorro causa feridas na pele que começam como essa
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    Sintomas da ação de fungo em cachorro 

    As formas de identificar os diferentes tipos de infecção por fungo em cachorro vão variar de acordo com o tipo de ação que o microorganismo tem no corpo do animal. Quando ele causar uma doença de pele, perceber que alguma coisa está fora do comum é bem simples. Elas costumam ser bem comuns em áreas mais abafadas do corpo do animal, como as orelhas caídas, mas podem atingir qualquer parte do corpo. Veja, aqui embaixo, os sinais que começam a aparecer no corpo do seu amigo:

    Quando a infecção fúngica é sistêmica, ou seja, atinge um ou mais órgãos internos do animal, os sintomas vão variar de acordo com a parte do corpo afetada. Ainda assim, no primeiro desses sinais, o ideal é ir imediatamente à emergência veterinária para que seu animal seja examinado, diagnosticado e tenha o tratamento prescrito. Fique atento em casos de:

    • Febre;

    • Tosse;

    • Espirros em excesso;

    • Problemas na região dos olhos;

    • Feridas no corpo;

    • Letargia;

    • Diminuição do apetite;

    • Perda de peso. 

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    Na hora de começar a usar um remédio para fungos em cachorro, você vai precisar da prescrição de um veterinário, feita depois que o animal é examinado. Ainda assim, até a consulta, você pode dar uma neutralizada nas infecções superficiais aplicando uma mistura de vinagre de maçã e água na região afetada. Esse não é o tratamento definitivo: seu amigo vai precisar de ajuda profissional mesmo que as feridas pareçam estar melhorando. 

    Dependendo do caso, o uso de sabonetes e shampoos específicos vai ser suficiente para resolver o problema. Pomadas, sprays e cremes também podem ser receitados. Quando o problema é uma infecção sistêmica, é comum que o animal precise tomar remédios orais. Em todos os casos, quanto mais cedo acontecer o diagnóstico, mais simples será o tratamento. Evite o uso de qualquer substância por conta própria.

    Redação: Ariel Cristina Borges 

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