Saúde

Rinotraqueíte felina: saiba tudo sobre a doença respiratória que acomete os gatinhos!

Rinotraqueíte felina é uma das doenças mais comuns entre os bichanos. Saiba tudo sobre a gripe em gatos e quando procurar ajuda!
Rinotraqueíte felina é uma das doenças mais comuns entre os bichanos. Saiba tudo sobre a gripe em gatos e quando procurar ajuda!

Os períodos de chuva e frio demandam mais atenção ainda com a saúde dos gatos. Mesmo vivendo dentro de casa e sem acesso às ruas, os gatinhos não estão imunes a algumas doenças que podem surgir com as mudança do tempo. Uma delas é a rinotraqueíte felina, que parece com a gripe humana e pode trazer muito incômodo aos felinos. Se você ainda não sabe muito sobre a doença, não se preocupe, pois o Patas da Casa vai esclarecer as principais dúvidas sobre a doença. Para isso, conversamos com a veterinária Vivian Valério, do Rio de Janeiro!

Rinotraqueíte felina: doença é comum em gatos

A gripe em gatos pode ser um sintoma tanto da rinotraqueíte felina quanto da calicivirose, que são as duas principais doenças que acometem o complexo respiratório viral felino. “A rinotraqueíte felina é uma doença respiratória muito comum nos gatos, causada pelo vírus HVF-1 - a calicivirose é causada pelo vírus CVF. Juntas, elas correspondem a 80% das infecções respiratórias dos felinos”, conta Vivian. Ela explica, ainda, que a rinotraqueíte pode se manifestar nas formas aguda ou crônica. 

Rinotraqueíte felina: sintomas são fáceis de identificar?

Os sintomas da rinotraqueíte são bem evidentes, por isso não é tão difícil identificar a doença. Gato espirrando é um dos sinais, mas não completa o diagnóstico, por isso é muito importante observar o animal. “Os sintomas mais comuns são anorexia, apatia, prostração, febre, espirros, corrimento nasal/ocular, tosse, conjuntivite, estomatite e salivação.”, explica Vivian. Gatos que são retirados das ruas com a doença, dependendo da mudança do tempo, já vem com sintomas mais precisos.

Em alguns casos, a rinotraqueíte também afeta a região ocular do felino, podendo evoluir de uma simples sujeirinha no olho para um caso de conjuntivite. Durante o tratamento, é importante sempre manter a limpeza dos olhos do animal com soro fisiológico. Dependendo da situação, pode ser que o veterinário recomende o uso de colírios específicos para gatos.

 

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    Rinotraqueíte felina: tratamento costuma ser muito simples quando a doença é descoberta na fase inicial. Sempre observe o seu gatinho, qualquer coisa fora do comum vale uma visita ao veterinário!
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    Rinotraqueíte felina: espirros frequentes e secreção nasal são os sintomas mais comuns da doença.
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    A gripe em gatos também pode vir acompanhada de sintomas oculares. O ideal é limpar os olhos do gatinho com soro fisiológico durante o tratamento!
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    Por causa do excesso de muco ocasionado pela doença, os gatinhos podem parar de se alimentar e até beber água. Sabemos que uma alimentação adequada é essencial para os animais. No caso dos gatinhos, a falta de comida e água pode ocasionar um quadro de lipidose hepática, que pode levar a óbito. Por isso, se o bichano não estiver comendo durante o tratamento da doença, você deve considerar alimentá-lo com comidas pastosas, como sachê para gatos, ou até mesmo diluir a ração em água filtrada para formar uma papinha. No caso da falta de hidratação por ingestão de água, a solução pode ser introduzir o líquido de maneira intravenosa. Fale com o médico veterinário sobre a melhor forma de agir nesses casos.

    Rinotraqueíte felina: tratamento pode ser simples se a doença for diagnosticada na fase inicial

    Não há exatamente uma cura para a rinotraqueíte felina: o vírus permanece no organismo do gatinho, mesmo com uma função inativa, e pode deixar sequelas, como o caso de uma rinite crônica. Geralmente, se manifesta na queda de imunidade. Por isso, é muito importante manter o seu gatinho com as vacinas em dia, principalmente aquela que abrange as doenças do trato respiratório, incluindo a rinotraqueíte e a calicivirose. 

    Infelizmente, muitos gatinhos, principalmente os que estão nas ruas, não recebem o cuidado adequado e acabam morrendo, ainda que seja uma doença com o tratamento simples e eficaz. Quanto antes seu felino receber o diagnóstico, mais fácil e rápido será o controle do vírus. Por isso, ao identificar os primeiros sintomas ou desconfiar que o seu gatinho possa estar resfriado, o melhor é levá-lo ao veterinário imediatamente. A rinotraqueíte progride de uma forma muito rápida e qualquer outra doença que possa prejudicar ainda mais o sistema imunológico do gatinho pode ser crucial para que a doença se torne mais resistente e afete ainda mais o animal. 

    Remédio para gripe de gato: como e quando usar?

    Usar um remédio para gripe de gato é uma forma de lidar com o vírus. Como explica a veterinária Vivian, é possível utilizar antibióticos tópicos e sistêmicos, quando há presença de infecção bacteriana secundária. Além disso, pode ser indicado o uso de antivirais, imunomoduladores, mucolíticos, antitérmico caso haja febre e até um estimulante de apetite para lidar com a anorexia. É importante investir no tratamento corretamente para que o animal se fortaleça. Em dez dias, mais ou menos, já será possível perceber uma evolução em sua melhora.

    Tudo depende dos sintomas específicos que o animal esteja apresentando. Fique atento se ver o gato espirrando e lacrimejando.

    Tem outro gatinho em casa? Tome cuidado para que ele não seja afetado pela rinotraqueíte felina!

    Quem tem mais de um gatinho em casa, deve separar seus felinos para que o outro não seja afetado pela rinotraqueíte, pois ela é bastante transmissível. Os gatos precisam ficar em cômodos separados e não podem dividir objetos, como potes, camas, arranhadores etc. A chance do outro gatinho ser infectado com a doença é grande, pois o vírus se manifesta rapidamente pelo contato direto entre os animais. A vacina precisa estar em dia, pois caso venha a contrair a doença, o outro gato será menos afetado ainda pela doença. Não há chances de transmissão da rinotraqueíte felina para humanos: por isso, pode manter o contato com o seu bichinho normalmente!

    Redação: Júlia Cruz

     

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