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Saúde

Mitos e verdades sobre a FIV e FeLV

Atualizado · 18 de agosto de 2020 · 15h14

Publicado · 18/08/2020 · 15h13

FIV e FeLV são doenças de gato que geram muitas dúvidas nos tutores
FIV e FeLV são doenças de gato que geram muitas dúvidas nos tutores

Quando se trata da saúde do gato, a FIV e a FeLV - ou imunodeficiência felina e leucemia felina, respectivamente - são as doenças que mais preocupam os tutores. E não é à toa, né? A FIV felina e a FeLV costumam atingir o sistema imunológico do seu amigo, trazendo assim uma série de problemas ao organismo dele. As duas doenças podem causar a morte do animal se não receberem o cuidado adequado. Embora sejam bastante conhecidas, elas ainda despertam muitas dúvidas na cabeça dos tutores, principalmente a respeito da prevenção. Para saber mais sobre o que é FIV e FeLV, nós reunimos alguns mitos e verdades sobre cada uma delas a seguir!

"FIV e FeLV podem ser transmitidas para humanos"

Mito! Ao contrário do que muitos gateiros acreditam, a FIV e FeLV não podem ser transmitidas para os humanos. A contaminação ocorre apenas por contato direto entre os gatos. No caso da FeLV, por exemplo, o contato com secreções nasais, a saliva, a urina de animais contaminados (e até mesmo as brigas) são as principais formas de transmissão. Por outro lado, o vírus da FIV felina pode ser adquirido pelo seu bichano por meio da saliva e do sangue - uma mordida ou um arranhão, por exemplo, podem ser a porta de entrada para a doença. Além disso, a FIV também pode ser transmitida a partir do cruzamento, transfusão sanguínea e amamentação.

"FIV: gatos não costumam apresentar os sintomas da doença"

Verdade, mas isso não é uma regra! Embora a FIV em gatos seja uma doença silenciosa, isso não significa que seu bichano não possa dar sinais de que algo não vai bem. Por se tratar de um quadro que baixa a imunidade do animal, a FIV torna o organismo do seu gatinho mais suscetível à manifestação de sintomas causados por outras doenças, assim como ocorre na AIDS em humanos. Além disso, dependendo da fase em que se encontra o animal, alguns sintomas podem surgir. No primeiro estágio, por exemplo, é comum que o gato com FIV apresente aumento de linfonodos e febre que logo cessam. Já na fase crônica ou terminal da doença, o seu amigo pode sofrer com lesões na pele, infecções e sepse, condições que são causadas pelo esgotamento das defesas imunológicas do animal.

"FeLV: gato infectado pode tomar a vacina contra a doença"

Mito! A vacina para FeLV felina é recomendada para animais que não possuem a doença, ou seja, ela funciona apenas como uma forma de prevenção para que um felino saudável não adquira o vírus. Sendo assim, a vacina não serve para tratar um gato com FeLV. Nesse caso, o tratamento deve ser baseado no fortalecimento do sistema imunológico do animal, incluindo uma alimentação balanceada e de qualidade, hábitos higiênicos, vacinação, vermifugação e visitas periódicas ao veterinário. Por isso, antes de vacinar o seu bichano, é importante fazer o teste sorológico para garantir os cuidados adequados.

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    Verdade! Entre os sintomas mais comuns da FeLV está a perda de peso. Por se tratar de uma doença que afeta diretamente o sistema imunológico do seu bichano, é comum que ele acabe não se alimentando com frequência, o que resulta em perda de peso e, em alguns casos, até mesmo um quadro de anorexia. Além disso, os episódios de vômitos e diarreia característicos da doença também podem contribuir para a diminuição do peso do animal. Por isso, ao notar que o seu gatinho está mais magro do que o normal é importante consultar um médico veterinário de confiança o quanto antes. 

    "A FIV e FeLV não podem ser prevenidas"

    Mito! Assim como outras doenças felinas, a FIV e FeLV podem (e devem!) ser prevenidas com alguns cuidados simples. Investir na criação indoor - ou seja, criar o gatinho em casa e sem acesso às ruas - é o primeiro deles. Desta forma, é possível impedir que o animal tenha contato com gatos desconhecidos, aumentando até a expectativa de vida dele. No caso FeLV felina, existe uma vacina que pode garantir a proteção do seu pet. Além disso, a castração no primeiro ano de vida também é outra atitude que pode diminuir o risco de infecção, já que ameniza o desejo do bichano pelas famosas fugidinhas para a rua.

    Redação: Úrsula Gomes

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