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Gravidez é motivo para abandono de gatos? Veja os mitos, cuidados e como fazer a adaptação correta

Será que grávida pode ter gato? Descubra a resposta a seguir!
Será que grávida pode ter gato? Descubra a resposta a seguir!

O abandono de animais - especialmente de gatos - durante a gravidez é mais comum do que se imagina. Alguns médicos fazem essa recomendação porque acreditam que o contato direto com felinos na gestação pode trazer riscos à saúde da mãe e do feto. A toxoplasmose na gravidez, assim como a alergia a gato, são as principais preocupações. Mas será que isso realmente deve ser um motivo para doar o pet? A grávida pode ter gato tomando todos os cuidados?

Uma coisa é certa: o abandono de animais está longe de ser a melhor opção. Para entender melhor os cuidados que são necessários nesse momento e qual a melhor forma de apresentar o bebê ao(s) seu(s) gatinho(s), preparamos uma matéria com tudo que você precisa saber sobre o assunto. Veja abaixo!

Grávida pode ter gato, ou isso é um problema?

Como muitos sabem, a toxoplasmose - também conhecida como a doença do gato - é um dos maiores motivos para as mulheres grávidas pensarem em abandonar seus bichinhos de estimação. Por isso, para responder a essa pergunta, nós conversamos com o médico veterinário Igor Borba , de Belo Horizonte, que afirma: “A grávida pode ter gato sim. Quando a mulher descobre a gravidez, não precisa abandonar ou doar o seu gato com receio de se contaminar ou contaminar o feto”. Então qual é a relação entre os felinos e a toxoplasmose na gravidez?

Antes de tudo, é preciso entender como funciona o ciclo da toxoplasmose. A doença é causada por um parasita chamado Toxoplasma gondii. Conforme o profissional explica, trata-se de um parasita intracelular que obrigatoriamente precisa de outro ser vivo para sobreviver e se multiplicar. Esses seres vivos, por sua vez, são denominados hospedeiros, que podem ser definitivos ou intermediários. Os felinos são considerados os hospedeiros definitivos da doença, então é basicamente onde o Toxoplasma se divide e se multiplica, formando os oocistos (ovos) que são eliminados junto com as fezes no período de uma a duas semanas após a contaminação.

“Quando os oocistos entram em contato com o meio ambiente por 24 a 72 horas, eles se tornam oocistos esporulados (esporozoítos). Apenas os esporozoítos são capazes de contaminar o segundo tipo de hospedeiros, que são os intermediários (humanos, pássaros, roedores e outros animais, como bovinos e suínos), e contaminar novamente os felinos, formando novos oocistos que sairão nas fezes e vão se reproduzir no ambiente. Nos hospedeiros intermediários, os esporocistos se transformam em taquizoítos e não causam grandes problemas em humanos com a imunidade ativa, mas podem ser bastante perigosos para quem tem imunidade baixa. No caso de mulheres grávidas, os taquizoítos conseguem passar pela barreira placentária e se alojar no feto em formação, podendo causar mau formação fetal ou aborto”, explica Igor.

Quais são os riscos da toxoplasmose na gravidez?

Toxoplasmose, gravidez: essas palavras definitivamente não funcionam juntas. No entanto, é importante desmistificar a ideia de que os gatos são os grandes responsáveis pela transmissão da doença, já que existem outras formas de contaminação. “Para a gestante se contaminar com toxoplasmose, ela deve ingerir o agente Toxoplasma gondii na forma de taquizoíto ou de oocistos esporulados. A primeira forma está relacionada à ingestão de alimentos mal preparados, como carnes bovinas, suínas e aves com cozimento inadequado, onde ocorre a ingestão dos taquizoítos ainda vivos dentro da musculatura”, revela o médico veterinário.

Já no caso do oocisto esporulado, a contaminação pode acontecer por meio da ingestão de verduras e legumes mal lavados contendo os ovos do parasita. Também pode ocorrer o contágio pela ingestão de fezes do felino infectado por Toxoplasma gondii, de uma a duas semanas após a sua contaminação. Nesse caso, as fezes expostas no ambiente por 24h a 72h são um verdadeiro perigo. Mas atenção: não é todo gatinho que vai contrair e transmitir a doença, viu? É o que Igor ressalta: “Os felinos domiciliados que não possuem contato com ambiente externo nem com outros animais que tenham contato com o meio externo possuem poucas ou nenhuma chance de ser um transmissor de Toxoplasma gondii”.

Ainda assim, é normal que haja uma preocupação constante com a mulher grávida nesse período. Por isso, uma recomendação do médico veterinário é criar o costume de descartar as fezes dos felinos com menos de 24h após eles terem usado a caixa sanitária. “Ao descobrir que está grávida, se a mulher estiver com medo do seu gato ser um portador da doença, o mais aconselhável é procurar um veterinário para fazer todos os exames necessários no seu animal antes de tomar qualquer decisão mais drástica, como doá-lo”.

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    “As mulheres quando estão grávidas não se tornam intolerantes à proteína Fel d1, porém os sinais clínicos ficam mais evidentes e graves. Pode ocorrer alergia a gato na pele com coceira, vermelhidão nos olhos, lacrimejamento, coriza nasal. Com isso podemos entender que a mulher não se tornou alérgica à saliva do gato com a gestação. Na verdade, ela já possuía alergia, mas em uma intensidade menor”, conta o especialista.

    Felizmente, existem algumas práticas que podem ser adotadas no dia a dia para amenizar a alergia a gato em grávidas. A primeira é buscar a ajuda de um médico alergologista para saber se há a necessidade de medicamentos antialérgicos. Outras medidas que também podem ser incluídas, de acordo com Igor, são:

    • Hábitos de escovação dos felinos por outra pessoa que não seja a grávida para retirar mecanicamente os pelos mortos e assim reduzir a quantidade da proteína sobre o animal;
    • Passar panos úmidos ou aspirador diariamente na casa;
    • Delimitar espaços, não deixando que o felino durma na cama dos tutores quando houver sinais de alergia a pelo de gato;
    • Já existem rações, como a Live Clear de Purina Pro Plan, que ajuda a reduzir os alérgenos no pelo do gato, tornando a convivência com pessoas alérgicas muito mais agradável.

    Quanto às crianças, existe um grande benefício para quem convive com felinos desde cedo: elas fortalecem o sistema imunológico e têm menos chances de ter alergias ao longo da vida. “Quando a criança cresce tendo contato não só com os felinos, mas com qualquer outro animal, adquire um melhor desenvolvimento físico e imunológico. Ocorre a formação de barreiras imunológicas, deixando essa criança mais resistente a alergias e outras doenças”.

    Grávida pode ter gato, mas precisa de alguns cuidados

    As mulheres grávidas, assim como qualquer pessoa que tenha um bichinho de estimação, precisam ser cautelosos com a saúde do pet. Por isso, o acompanhamento veterinário é imprescindível.

    No caso da toxoplasmose na gravidez, o médico veterinário enfatiza que o gato não é o vilão e está longe de ser o único transmissor da doença. Algumas práticas de higiene pessoal devem ser tomadas para evitar o seu contágio, como: lavar sempre bem as mão e os alimentos, sempre que cozinhar um alimento - como carnes - se assegurar que não está crua ou mal passada por dentro, fazer a ingestão apenas de água potável, não deixar que as fezes do seu gato fiquem por mais de 24 horas na caixa sanitária dele (e sempre que removê-las, lavar bem com água corrente e sabão tanto os utensílios quanto as mãos).

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    Grávida pode ter gato e a história da Gabriela Paraná com seus gatinhos é a prova disso!

    Com três gatinhos (Belisco, Petisca e Pererê), a tutora Gabriela Paraná e dona do perfil @eubeliscoelapetisca engravidou e nunca pensou em se desfazer dos seus bigodudos - até porque não existe motivo para isso, né? “A primeira dica que eu dou é: converse bastante com a sua obstetra, pois existem muitos mitos por aí, principalmente no que diz respeito à toxoplasmose. A minha obstetra em nenhum momento me proibiu de estar com os meus gatos. Me pediu apenas que não manipulasse a caixa de areia e que estivesse sempre atenta aos cuidados básicos de higiene com os gatinhos (o que já era feito)”.

    Como Gabi ainda está grávida, ela compartilhou o que mudou no comportamento dos bichanos, que estão mais próximos do que nunca nesse momento. “Antes mesmo de eu saber que estava grávida, Pererê, meu gatinho caçula, já estava mais próximo de mim (mais manhoso, querendo mais colo). Um tempo depois, Belisco e Petisca também ficaram mais próximos, passaram a dormir todas as noites ao meu lado (aqui em casa cada um dorme no seu cantinho da cama, e depois que engravidei, eles “abriram mão” dos seus tronos, passaram a dormir mais colados ao meu corpo). Volta e meia eles também me cheiravam, principalmente no rosto, pescoço, cabelo”.

    A organização da casa para a chegada do bebê, por outro lado, foi um ponto delicado. Como todo mundo sabe, os felinos são apegados à rotina e não curtem muito mudanças. No caso da Gabriela, todo o processo ainda veio acompanhado de uma mudança de moradia. “Nós havíamos acabado de nos mudar para um apartamento novo e estávamos organizando as coisas lentamente - o plano era decorar os cômodos um de cada vez, justamente pra não estressar os gatos. Mas aí veio a gravidez e eu tive que acelerar as coisas. Os gatinhos ficaram visivelmente incomodados com a bagunça, mas aí caprichamos no carinho e nos sachês, e graças a Deus deu tudo certo”.

    Sobre os cuidados com a chegada do neném Valentim, a tutora está confiante em relação a amizade dos bichanos com seu filho: “Confesso que não estou nem um pouco preocupada. Os gatinhos já demonstram muito carinho desde antes do bebê nascer, acho que o processo vai ser bem tranquilo. Aqui em casa os gatinhos sempre foram tratados com muito amor e carinho e, como consequência, eles também nos dão muito amor e carinho em troca. Tenho certeza de que não será diferente com Valentim!”

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    Gravidez e gato: como preparar o animal para a chegada do bebê?

    Agora que você já sabe que grávida pode ter gato e o abandono de animais não é a solução, chegou a hora de aprender como preparar o “terreno” para a chegada do novo membro da família. Para tirar as principais dúvidas sobre a adaptação e socialização do gato com o bebê, nós entrevistamos a médica veterinária Renata Bloomfield, que é especializada em comportamento animal. De acordo com a especialista, a primeira providência que a mãe deve ter é levar o gato ao veterinário para fazer um exame de toxoplasmose e descartar essa doença de vez, assim como verificar a saúde geral do pet. Quanto às questões comportamentais, o ideal é fazer tudo com calma, paciência e, principalmente, com muito carinho.

    “É importante agir naturalmente, porque o gato - assim como todo animal - é muito curioso. Ele vai sentir a mudança dos móveis novos (do bebê) com cheiros diferentes, e vai querer entrar no quarto para se identificar com o ambiente e deixar o seu cheirinho ali. É natural o comportamento de ficar se esfregando nos móveis, no berço, nos brinquedos”, explica Renata.  Os felinos gostam de marcar seu território, e isso faz com que eles se sintam mais à vontade em um determinado lugar. Por isso, o ideal é incentivar ainda mais essa aproximação do bichano com o quartinho do bebê para ele não se sentir um intruso no local. 

    Uma boa ideia, como a própria comportamentalista lembra, é colocar um arranhador para gatos por perto: “O bichano vai querer deixar o cheiro dele no ambiente. Então o arranhador é o melhor acessório para isso. Existem uns modelos que vêm até com uma caminha em cima, e aí o gato pode ficar ali no cantinho dele, mas sempre de olho no que está acontecendo e fazendo parte de tudo. É o que ele quer: participar dessa família que está crescendo”. 

    Apesar de serem bastante limpinhos, também é importante escovar a pelagem do animal regularmente. “Isso ajuda a diminuir a quantidade de pelos no quarto da criança. Se é um gato caseiro, que não sai para a rua, é importante deixar o livre acesso desses animais pela casa durante a gestação para que ele possa se familiarizar com a situação e todas essas mudanças”. 

    Como fazer a socialização do gato com o bebê do jeito certo?

    Os gatos costumam “conhecer” tudo ao redor deles pelo faro. Devido a essa sensibilidade, uma das principais dicas da comportamentalista Renata é separar um paninho que o bebê tem contato e dar para o animal cheirar. Ou seja, sempre que você for trocar a roupa de cama do bebê, por exemplo, é só separar um lençol e entregar para o bichano se acostumar com esse novo cheiro. “O ideal é que tudo isso seja feito de uma forma calma, tranquila, com amor e sem forçar ambos os lados. Não adianta brigar com o gato se ele bufar, porque é uma coisa nova para ele. É entender que o bichinho também tem o seu próprio tempo, então tudo tem que ser feito com muito carinho e sem brigas, até mesmo para o gato não associar a chegada do bebê a uma coisa ruim”.

    Além disso, uma outra opção que pode ajudar nessas horas é o uso de feromônios para acalmar o bichano e deixá-lo mais amigável, especialmente perto de onde o bebê dorme. “Tem que deixar o gatinho fazer parte do que está acontecendo, então ele também precisa ter um cantinho no quarto da criança. Evite brigar com o gato e trate o animal sempre com carinho, mesmo que seja para colocá-lo para fora do quarto. Acho saudável a relação que é construída entre o gatinho e o bebê, embora muitos médicos sejam contra. Deixar o gato fazer parte da rotina do bebê e ver eles crescerem juntos é lindo”, aconselha Renata.

    A melhor dica é se aconselhar com o seu obstetra ou com o pediatra do bebê para entender como agir. A opinião de um veterinário de confiança também deve ser levada em conta. O abandono do gato não deve ser uma opção, já que é possível conviver em segurança com um bichinho de estimação, desde que a família tome os devidos cuidados.

    Redação: Juliana Melo

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