Histórias reais

Viajar com gato: tutora compartilha a experiência de uma viagem de 18h com seu bichano

A tutora Deborah embarcou na aventura de viajar com gato de ônibus. Será que deu certo?
A tutora Deborah embarcou na aventura de viajar com gato de ônibus. Será que deu certo?

Já pensou em viajar com gato por longas distâncias? Para grande parte dos gateiros, essa é uma tarefa praticamente impossível e o melhor sempre é deixar o pet em um hotel para gatos - já que até a ida para o veterinário é capaz de deixar o pet super estressado dentro da caixa de transportes. Mas e se a gente te disser que é possível, sim, se aventurar com o seu bichano? Tudo depende, na verdade, do comportamento do gato e até mesmo da socialização que ele recebeu ainda nas primeiras semanas de vida.

Enquanto alguns gatos são mais reservados e até medrosos, outros são destemidos e não perdem a oportunidade de explorar qualquer novidade. Esse é o caso do gatinho Marte, o pet da brasiliense Deborah de Andrade. Muito apegado com a tutora e um exímio aventureiro curioso, o Marte embarcou em uma viagem de ônibus com 18h de duração de São Paulo (local onde eles moram) a Brasília (cidade natal da Deborah). Para surpresa de muitos, o Marte amou e aproveitou a experiência: ele adorou conhecer o mundo pela janela do ônibus e se comportou muito bem durante todo o percurso. Assim como você deve estar agora, nós ficamos curiosos para saber todos os detalhes dessa viagem e conversamos com a Deborah! 

Como foi a experiência de viajar com gato de ônibus por 18 horas?

Os gatos têm um estereótipo de mal-humorados e independentes, mas nem todos são assim. E apesar da maioria não gostar de ser retirado do ambiente que conhecem, existem exceções. O Marte, que tem pouco mais de seis meses, já tinha viajado de avião e sua tutora já incentivava os passeios com coleira e guia no condomínio que vivem em São Paulo. Mesmo conhecendo a personalidade do seu gatinho, Deborah ficou apreensiva com a viagem. “A gente nunca sabe como eles vão reagir. Esse foi meu primeiro pet, então houve toda uma preparação para dar tudo certo e evitar que coisas inesperadas acontecessem. Eu acho até que o Marte ficou menos estressado do que eu, porque ele estava muito de boa. Viajar com o gato de ônibus foi melhor do que a experiência de avião”, conta.

Gatinhos muito agitados e que nunca foram estimulados a socializar e explorar novos ambientes podem transformar a viagem em um grande pesadelo, por isso é bom avaliar qual é padrão de comportamento do seu pet. Para que tudo desse certo nessa aventura, foi essencial entender o temperamento do Marte e saber exatamente quais são seus horários para comer, brincar, dormir e mais: “Ele é um gato muito, muito quieto. Até tem os momentos de interação, mas normalmente eu sei os horários que isso acontece porque ele já tem uma rotina. Acho que por ele ser muito tranquilo e companheiro todos os dias - dorme, acorda, faz as coisas dele -, isso acabou ajudando”.

Com tornar as viagens longas com gato mais confortáveis?

Viajar com gato é como viajar com um bebê. É preciso se planejar e pensar em todas as necessidades do animal. O pet precisa se manter calmo o tempo inteiro e distraído. Petiscos, brinquedos para gatos e até as coisas que têm o cheiro dele ajudam muito nesse processo. “Levei alguns brinquedos que ele gosta, uma manta que já é dele e também fui recomendada pelo veterinário para não dar muita comida. Deixei ele comer até 1 hora antes de sair de casa, depois tirei para que ele não vomitasse na viagem, mas mesmo assim levei alguns petiscos, sachês, água e ração para oferecer ao longo da viagem e ele não ficar com o estômago totalmente vazio", explica Deborah. Por recomendação do veterinário, o Marte tomou um calmante para que ele ficasse mais tranquilo durante a viagem, mas ele ficou tão calmo quando o efeito passou que não necessário repetir a dose.

Na consulta obrigatória que o tutor deve fazer antes de qualquer viagem, é importante pontuar todas as características do pet, como ele se comporta fora de casa e até mesmo os receios que você tem. O veterinário é a pessoa ideal para te ajudar em qualquer dúvida, prescrever medicamentos calmantes e até dar dicas para deixar o animal o mais confortável possível. Não esqueça de perguntar tudo que precisa saber antes de viajar com gato!

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    Infelizmente não. O ideal é que o gatinho não fique andando pelo ônibus por uma questão de segurança e até conforto dele e dos outros passageiros. “Como o Marte é um gato calminho, eu deixei ele com a guia e a porta da caixinha aberta para ele ficar deitado com mais conforto. À noite ele dormiu no meu colo. Nas paradas, eu descia para que ele pudesse se esticar melhor e dar uma voltinha, mas sempre preso na guia", explica. E o bichano ficou tão quieto e tranquilo que quase não foi notado pelos passageiros: “teve gente que quando me viu com ele na chegada ao destino disse que nem havia percebido que tinha um gatinho viajando conosco, porque o Marte realmente não deu um miado.”

    Viajar com gato não é fácil, mas é a oportunidade de criar um laço de afeto e confiança com o pet

    Decidir levar gato para viajar requer alguns cuidados e força de vontade. Afinal, as chances do gatinho se estressar são altas caso ele não esteja acostumado com isso e tenha um temperamento mais agitado. No caso da tutora do Marte, essa escolha não foi muito difícil: “Essa foi uma realização, pois desde que eu decidi adotar, sempre tive na minha cabeça que não gostaria de ter meu animalzinho preso só nas paredes do meu apartamento. Então de começo eu inseri os passeios de coleira pelo prédio e agora a viagem de ônibus. Percebo que a cada nova aventura ele fica um pouco mais tranquilo e fico feliz de estar apresentando outros espaços para ele conhecer”.

    Além disso, não faltaram motivos para essa nova aventura. Conforme Deborah conta, ela e Marte são muito próximos. No cenário de home office, essa duplinha não se desgruda, então na seria diferente nas férias, né?!. “Quando saio para fazer algumas tarefas na rua, ele sente muito minha falta. Ao decidir ficar quase 30 dias fora, não tive outra alternativa do que levar ele comigo pois assim poderíamos ter mais um tempo juntos e eu não ficaria preocupada com os cuidados dele. O Marte é uma ótima companhia. Definitivamente não me vi sozinha em nenhum momento”, conta. Foi uma experiência que rendeu muitas boas memórias e marcou o início da jornada aventureira de Deborah e Marte.

    6 dicas da Deborah para quem pretende viajar com gato

    1) Conhecer o gato muito bem e identificar se ele é mais agitado ou mais calmo. Vale inserir alguns passeios na rotina para ele ver outras pessoas. Andar de carro ajuda a ver como ele reage aos movimentos do trânsito.

    2) Consultar o veterinário e pegar dicas de calmantes e alimentação adequada antes da viagem. Cuidado com algumas substâncias, especialmente se o bichinho tiver algum problema de saúde. 

    3) Não levar muita mala para viajar com gato, principalmente se está viajando só você e ele. Isso atrapalha sua locomoção. 

    4) A mala do bichinho é tipo uma mala de maternidade: precisa ter remédio, água, comida, cobertor, pano para limpeza, potinhos e brinquedos. 

    5) Tentar organizar um jeito que ele fique deitado na poltrona, mas sempre mostrando para ele que está tudo bem e que você está lá. Se usar a caixinha de transporte, não se esqueça de pôr também o cinto de segurança em volta!

    6) Ao chegar no local, é bom já ter a comida e a caixinha de areia pronta para ele se alimentar e fazer as necessidades. Esse momento também precisa ser tranquilo e sem a movimentação de muitas pessoas para não deixar o gato estressado. Após a viagem o bichinho ainda precisa se acostumar com um novo ambiente.

    Viajar de ônibus com gato também exige apresentação de atestado e outros documentos

    Simplesmente não dá para decidir uma viagem com seu pet de um dia para o outro. São muitos detalhes que precisam de um olhar atento do tutor para que tudo saia como o esperado. Assim como as viagens de avião, existem regras importantes que devem ser cumpridas pelo tutor. Se você se pergunta como viajar com gato no ônibus, fique atento! 

    • O atestado assinado pelo veterinário tem validade de 10 dias e é importante que tenha sido emitido na cidade de origem. Portanto, se programe para ter um atestado de ida e outro de volta.
    • No Brasil, a legislação do atestado sanitário segue as recomendações e diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
    • As vacinas Quádrupla ou Quíntupla Felina (Polivalente) e a vacina antirrábica são obrigatórias para viajar com o gato e devem estar dentro da validade. 
    • A vacina tem que ter sido aplicada pelo menos 30 dias antes da viagem e no cartão também deve constar a data da última vermifugação do bichinho. 
    • Normalmente são aceitos pets com até 10kg, mas pode variar dependendo da empresa de transportes. Verifique antes de comprar a passagem.
    • Diferente das viagens de avião, em que o tutor paga um preço padrão para o cachorro ou gato viajar dentro da cabine ou no compartimento de bagagens, na viagem de ônibus é necessário pagar pela poltrona, como se o pet fosse um passageiro normal.

    Redação: Juliana Melo

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