Ter um cachorro protetor pode ser bem útil às vezes, já que não importa o que aconteça, você sabe que seu amigo de quatro patas vai estar lá pronto para te defender e avisar se houver algo de errado. No entanto, alguns cães acabam exagerando na superproteção e, nesses casos, o comportamento do cachorro pode começar a se tornar problemático para quem convive com ele. Por isso, é importante estabelecer limites na rotina de um cachorro protetor para que ele não desenvolva nenhum tipo de transtorno comportamental, como agressividade.

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Comportamento canino: como saber se a “superproteção” do cachorro passou dos limites?

Às vezes se torna difícil distinguir o comportamento de cachorro que é meramente protetor de um cão mais agressivo. Algumas atitudes podem se confundir, como os latidos e a desconfiança perto de estranhos. Contudo, um cachorro protetor não vai ser capaz de atacar, rosnar ou afastar qualquer pessoa do seu tutor sem motivos. Quando houver algo de errado, ele vai tentar alertar e fará o possível para proteger quem ele ama, mas isso nunca vai refletir em um comportamento canino necessariamente agressivo.

Já se o seu cãozinho não deixa ninguém chegar perto de você, rosna para qualquer pessoa que tenta se aproximar e te trata como “posse”, é necessário rever o que está acontecendo. Isso não é uma situação comum, e muito menos saudável para o animal e para aqueles que convivem com ele. Em hipótese alguma o cão deve se sentir o “dono” dos humanos ou isso pode acabar desencadeando uma série de problemas de comportamento nada agradáveis. O animal tende a ficar cada vez mais desobediente, e a falta de limites e regras impostas viram um prato cheio para que ele faça o que bem entender.

 

cachorro protetor: cão irritado

Entenda o que pode estar por trás do comportamento do cachorro protetor

 

Os motivos para o comportamento canino de um cachorro protetor podem ser variados. O animal pode adotar esse tipo de postura por pura falta de liderança do tutor. Por outro lado, a superproteção do dono em relação a um cãozinho que naturalmente já tem esse tipo de comportamento também pode potenciar o instinto do animal: ele entende que  aquele excesso de preocupação com ele precisa ser retribuído de alguma forma, além de criar um apego ainda maior pelo seu tutor, se tornando até mesmo em um cachorro bem carente. Essa carência, por sua vez, se torna perigosa à medida em que o animal não sai do lado do humano nem por um segundo e fica agitado e/ou agressivo quando outra pessoa tenta “tomar” o seu lugar. Além disso, outros motivos que podem desencadear esse tipo de comportamento são os casos em que o cão observa que seu tutor está nervoso ou com medo.

O adestramento de cães é uma opção possível para um animal que é muito protetor?

Se o seu amigo de quatro patas apresenta algum tipo de problema comportamental, o adestramento de cães certamente pode ajudar. Seja por causa de um cachorro carente, agressivo ou desobediente: com a ajuda de um profissional, é possível corrigir o que há de errado e melhorar a atitude do cãozinho. É importante lembrar que o tempo de aprendizado para cada animal pode variar e é preciso ter paciência.

E para quem não tem como contratar um adestrador profissional, pode ficar tranquilo: também é possível investir em algumas técnicas por conta própria, como a do reforço positivo. Desta forma, o animal deve ser recompensado sempre que agir da maneira “certa”, seja com um elogio, petisco ou carinho.

Redação: Juliana Melo