A raiva canina é uma das doenças mais conhecidas e graves que pode atingir os cães. Embora esteja praticamente erradicada nos centros urbanos, toda atenção é pouca, já que pode causar danos irreversíveis no animal. Causada por um vírus, a raiva é um zoonose pode ser facilmente transmitida de um cachorro para outro e para humanos. Mas afinal, como saber se o cachorro tem raiva? Quais são os sintomas da doença? E, principalmente, como cachorro pega raiva e o que fazer para prevenir isso? Para esclarecer todas essas questões, preparamos uma matéria com as principais informações sobre a raiva canina. Veja a seguir!

Afinal, como se transmite raiva canina?

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É preciso ficar atento com as formas de contágio da raiva canina, já que, uma vez que o cãozinho foi infectado, não é possível tratar nem curar a doença. A transmissão, por sua vez, pode ocorrer de diferentes maneiras, e é preciso ter em mente que o cachorro não é o único portador da doença - vários animais podem ter raiva, como gatos, morcegos e até lobos.

Para entender como o cachorro pega raiva, você deve saber que o vírus fica instalado principalmente na saliva do animal. Por isso, uma das maneiras mais comuns de um cãozinho pegar raiva canina é com a mordida de um cachorro - ou outro bicho - infectado. Nas zonas rurais, o morcego costuma ser o principal transmissor da doença, mas também há outros animais silvestres que podem propagar a raiva.

Além disso, outro possível cenário para a transmissão da doença é quando o cãozinho tem contato com o animal infectado de maneira mais “indireta". Isto é, às vezes o cachorro pode ingerir ou lamber um objeto que foi contaminado e acaba contraindo raiva. Outra forma de transmissão da raiva canina é quando o cãozinho tem alguma ferida aberta espalhada pelo corpo e essa ferida entra em contato com o sangue ou a saliva do cachorro infectado. Inclusive, vale destacar que o contágio também pode acontecer com o contato dos orifícios do animal com esses fluidos.


Um dos sintomas da raiva canina é a salivação excessiva
Um dos sintomas da raiva canina é a salivação excessiva

Como saber se o cachorro tem raiva? Saiba identificar os sintomas de raiva canina

Identificar se um cachorro tem raiva não é tão difícil quanto parece, já que uma das principais características dos animais infectados é a mudança de comportamento que eles apresentam. Isto é, cachorros que antes eram alegres e afetuosos podem se tornar mais agressivos, e o contrário também pode acontecer. Além disso, os cãezinhos também podem sofrer com problemas como estresse e ansiedade durante esse período. A febre também é um dos sintomas que podem ser percebidos na primeira fase da doença. Outros sintomas da raiva canina também são:

- Paralisia motora

- Espasmos

- Salivação excessiva

- Dificuldade para respirar e/ou engolir

- Alucinações

Sintomas da raiva canina se manifestam progressivamente

É preciso entender uma coisa: depois de infectado, a raiva canina vai se desenvolver de forma progressiva e existem vários estágios da patologia que devem ser observados. Geralmente, na fase inicial após o contágio, o animal apresenta quadros de febre, mal-estar e pode até ter alguns episódios de vômitos. Na fase posterior, quando ocorre a inflamação do sistema nervoso central do cachorro, chamada de encefalite, o cãozinho passa a apresentar os demais sintomas, como paralisia muscular, salivação excessiva, dificuldade para respirar e engolir,. É também nessa fase que o animal pode apresentar algumas alucinações. Depois disso, com o diagnóstico confirmado da encefalite, o cãozinho pode falecer em poucos dias.

Vacina contra raiva é o método mais seguro de garantir a proteção do cachorro

Para evitar qualquer possibilidade do animal contrair raiva canina, a alternativa mais indicada e segura é a vacinação contra a doença. A vacina de cachorro deve ser dada no cãozinho após ele completar quatro meses de vida e, depois disso, anualmente. Se você adotou um cachorro adulto ou idoso e não sabe o histórico de imunização dele, é super importante levá-lo a um veterinário para tomar todas as vacinas necessárias e ficar protegido.

Redação: Juliana Melo